Em primeiro lugar, viajar no outono é aproveitar um momento raro: destinos menos lotados, preços mais acessíveis e atrações que só se revelam nessa época do ano.
Nesse ínterim, o calor já não incomoda. O frio ainda não pesa. E o ritmo parece feito sob medida para quem deseja explorar sem perder intensidade!
Seja na América, na Europa ou na Ásia, existem lugares que ganham força justamente nessa estação.
E claro que é sobre eles que vamos conversar!
Colorado, Estados Unidos

O Colorado é um convite ao ar livre no outono.
Em Aspen, a cidade que nasceu como destino de esqui se transforma em centro de trilhas.
A Independence Pass, estrada que conecta Aspen a Twin Lakes, é uma das rotas mais impressionantes do estado, acessível até meados de outubro antes da neve fechar o caminho.
O Parque Nacional das Montanhas Rochosas é outro destaque. Isto é, são mais de 480 km de trilhas sinalizadas. Por consequência, o clima ameno permite caminhadas longas sem o desgaste do verão.
A Trail Ridge Road (a estrada asfaltada mais alta dos Estados Unidos) continua aberta até outubro e oferece vistas que cruzam diferentes ecossistemas em apenas algumas horas de viagem.
Porém, quem busca um roteiro diferente pode embarcar na Durango & Silverton Narrow Gauge Railroad, uma ferrovia histórica de 1882 que ainda usa locomotivas a vapor para percorrer os cânions das Montanhas San Juan.
Quebec, Canadá

Viajar para Quebec no outono significa caminhar por ruas históricas sem o empurra-empurra das multidões do verão.
Com temperaturas médias entre 7°C e 15°C nessa época, a cidade é perfeita para ser explorada a pé ou de bicicleta.
Certamente, um dos pontos altos da estação é a visita ao Parc de la Chute-Montmorency, localizado a apenas 15 minutos do centro. A queda d’água de 83 metros (mais alta que as Cataratas do Niágara!) pode ser apreciada de passarelas suspensas e teleféricos.
Outro destaque é a Île d’Orléans. Em resumo, conhecida como o berço da cultura agrícola de Quebec. No outono, pomares e vinícolas abrem suas portas para colheita de maçãs e degustações de cidra, prática que já virou tradição entre locais e turistas.
O passeio pelas muralhas da Vieux-Québec garante vistas panorâmicas do Rio São Lourenço. Por outro lado, o Parc National de la Jacques-Cartier, a 30 km do centro, é um paraíso natural para trilhas em vales glaciais e canoagem em rios.
Santiago e Valparaíso, Chile

O Chile é um dos destinos mais interessantes do hemisfério sul no outono. Acima de tudo, entre março e maio, quando as vinícolas entram em plena safra.
Em Santiago, o Valle del Maipo recebe visitantes que podem participar de degustações e até ver de perto a colheita das uvas, dependendo da programação da vinícola. É a época da produção dos vinhos jovens.
Em seguida, a ambientação portuária de Valparaíso continua intensa, mas com um charme diferente na estação.
No campo gastronômico, o destaque é o Mercado Cardonal, perto da Plaza O’Higgins, famoso pelos boxes que vendem pescados direto dos portos. É lá que se encontram os ouriços (erizos de mar, um prato típico da estação), além de corvina e congrio, usados em caldos e ceviches.
Se deseja agir como um legítimo turista, o Mercado Puerto, ao lado da Plaza Sotomayor, combina a venda de mariscos com restaurantes populares no melhor cenário de folhas douradas.
Toscana, Itália

A Toscana é sinônimo de outono europeu bem vivido.
Em Chianti, os vinhedos recebem visitantes para degustações em plena época de colheita.
Algumas vinícolas permitem até imersões, em que o turista ajuda a colher uvas. É também o momento em que começam as primeiras produções de azeite de oliva da temporada.
Em Florença, a redução no fluxo de turistas torna a visita a museus como a Galeria Uffizi e ao Duomo muito mais tranquila.
E no Val d’Orcia, as estradas sinuosas ligam cidades medievais como Pienza e Montepulciano, onde a temporada das feiras gastronômicas valoriza queijos e vinhos produzidos ali mesmo.
Paris, França

Com efeito, visitar Paris no outono é encontrar a cidade em transição.
O Jardin du Luxembourg, por exemplo, é perfeito para ir a pé de uma ponta a outra. Isso porque sua programação cultural inclui exposições de arte ao ar livre e concertos gratuitos.
Nossa dica é aproveitar o horizonte outonal para cruzeiros pelo Rio Sena. Eles continuam operando durante o outono. Com certeza, cabe como uma luva para viajar com toda a família!
O bairro histórico dos artistas espera por você com folhas secas. Em Montmartre, acontece a Fête des Vendanges, festa tradicional da colheita da uva, que reúne gastronomia, música e celebrações ligadas à vinicultura urbana.
Nova Zelândia (Ilha do Sul)

A Nova Zelândia vive o outono entre março e maio, com temperaturas médias entre 15°C e 18°C na Ilha do Sul. Essa estação é estratégica para atividades ao ar livre.
Em Queenstown, esportes como bungee jump e passeios de barco pelo Lago Wakatipu continuam em alta na capital da aventura.
Os vinhedos da região de Central Otago recebem visitantes justamente nessa época para tours e degustações de pinot noir, a uva emblemática da região.
Em Wanaka, vizinha de Queenstown, o cenário é ideal para caminhadas até o Mount Iron ou passeios de barco pelo Lago Wanaka.
Praga, República Tcheca

O mês em Praga é marcado por um calendário cultural movimentado.
As temperaturas, que variam entre 8°C e 14°C, são ideais para explorar o centro histórico sem pressa. A Ponte Carlos, o Castelo de Praga e os Jardins de Letná ficam mais acessíveis com a queda no fluxo de turistas.
A estação é também um ótimo momento para visitar a Colina de Petřín, acessível por funicular, que abriga a Torre de Petřín — uma réplica menor da Torre Eiffel — e um observatório astronômico aberto ao público.
Outro local que ganha charme na estação é a Ilha Kampa, no Rio Moldava, conhecida por suas esculturas contemporâneas ao ar livre. Assim como pelo Museu Kampa, dedicado à arte moderna da Europa Central.
Kyoto, Japão

O outono em Kyoto é surpreende. Comece seu roteiro pelo Templo Kiyomizu-dera, um dos mais visitados da cidade. Ele abre em alguns dias para visitas noturnas, quando a iluminação toma conta das árvores momiji (bordos japoneses).
Em Arashiyama, a região do bosque de bambu instiga aos passeios de barco pelo Rio Hozu – oferecendo um ponto de vista único da paisagem.
Outro local tradicional é o Caminho do Filósofo, canal ladeado por árvores que ligam templos e pequenos cafés.
Além desses, alguns templos ganham importância no outono por causa de jardins projetados para essa estação. O Templo Tofuku-ji, fundado no século XIII, é famoso por sua ponte Tsutenkyo, que oferece uma vista panorâmica do vale coberto de bordos japoneses.
Já o Templo Eikando Zenrinji (o “Templo da Folha Vermelha”), abre até mais tarde no outono justamente para visitas à noite.
Finalmente, o Castelo Nijo também é ponto forte da estação: seus jardins são planejados para ressaltar a transição das árvores momiji e ginkgo.
Austrália (Sydney e Melbourne)

Em Sydney, é a época ideal para percorrer a Harbour Bridge a pé ou de bicicleta, se perdendo nas vistas da baía sem o desconforto do calor intenso.
Os Royal Botanic Gardens, localizados ao lado da Opera House, ficam particularmente agradáveis nessa estação. Contemple o Mrs Macquarie’s Chair, um dos miradouros mais procurados da cidade.
Em Melbourne, o outono é a temporada perfeita para explorar o Royal Botanic Gardens Victoria, que ocupa mais de 38 hectares e abriga mais de 8.500 espécies de plantas, além de lagos e áreas de observação de aves.
De todo modo, outro destaque é a Great Ocean Road, estrada costeira que pode ser percorrida em um dia. A cidade também se torna porta de entrada para o Yarra Valley, região vinícola próxima.
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